Arquivo para dezembro 2007

Profissão: Flyer distributor

dezembro 9, 2007

Na próxima vez que tu andar pela Rua da Praia, pensa em mim e seja gentil; ou “Dos” e “don’ts” na arte de receber/recusar panfletos.

1. Recusar não ofende, mas como se recusa sim.
Se tu não quer o panfleto, não precisa pegar. Diga não, obrigada.
Nunca diga não, desculpe, porque isso sim, ofende e irrita. A menos que o desgraçado esteja ajoelhado no chão implorando pra tu pegar o panfleto, não há motivo pra se desculpar.
Nunca diga coisas do tipo mas pra que eu preciso disso?. A criatura não sabe nada da tua vida; não tem como saber se tu precisa ou não. Além disso, mesmo que tu não seja o público-alvo mais óbvio do material que ela está distribuindo, ela já viu pessoas como tu pegando o papel e dizendo que conhece um fulaninho que está precisando exatamente daquilo que ela está oferecendo. Não, obrigado é a melhor alternativa.

2. Ignorar ofende. Se a pessoa te olhou, sorriu pra ti ou falou qualquer coisa; não passa reto. Só olha de volta e diz que não. Não custa nada e ela com certeza não gosta de se sentir invisível.

3. Seja gentil. O panfleteiro está trabalhando. Ele não deve gostar de encher o saco das pessoas, mas está prestando um serviço pra empresa que o contratou e para algumas pessoas interessadas no que está divulgando. Ele está há horas de pé, com dor nas pernas, nas costas e nas bochechas, de ficar sorrindo e repetindo a mesma coisa. Seja gentil, atraia bom karma e faça um panfleteiro feliz. Não precisa muito, um olhar e um sorriso em resposta são suficientes.

4. Tá bom, mas não se irrite. É um saco passar todo dia pelo mesmo lugar e ter sempre a mesma pessoa, entregando o mesmo panfleto. E toda vez ela te oferece, mesmo tu já tendo pego ou dito que não um milhão de vezes. Tá bom, mas não se irrite. O panfleteiro até pode tentar memorizar o rosto das pessoas pra não oferecer de novo, mas de 5 mil pessoas que passam por ele, ele vai lembrar de umas 50, no máximo. Por favor, continue sempre seguindo os princípios sugeridos anteriormente.

5. Se ele for grosseiro, tá liberado. Não tem nada pior do que gente que trabalha com público ser grosseira e antipática. Daí tu tá liberado, pode ignorar o que eu falei antes.

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Cat Person

dezembro 8, 2007

Quando o Egs e eu viemos conhecer a casa onde a gente está morando agora, quem nos recebeu foi a Cristal, nossa flatmate de quatro patas da raça poodle. Nenhum de nós dois gostou muito da idéia de morar com um cachorro, muito menos com um poodle. Nos disseram que ela ficava presa no quarto dos donos. Como a casa tinha muitos atrativos, acabamos aceitando mesmo assim.

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Como qualquer outra criança, sempre quis ter um cachorro. Minha mãe tem pavor deles e vetou completamete a idéia. Pra não deixar os filhos muito desolados, ela aceitou que a gente tivesse um gato. Já tive duas gatas e gostava muito delas. Acabei naturalmente preferindo os felinos e não me dando muito bem com os caninos. Acho eles, em geral, fedorentos, barulhentos e atucanantes.

Tudo isso era só pra dizer que a Cristal me surpreendeu. Ela não enche o saco, não late histericamente, para de fazer o que estiver fazendo quando a gente diz pra parar, brinca de buscar a bolinha, sai de perto quando tu não está afim… E ela tem me divertido e me feito companhia.

Aula de Trago

dezembro 8, 2007

Provide Table Service of Alcoholic Beverages está no currículo.

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Aprendemos sobre como se faz, com o que é feito, como se serve, com o que se bebe, e, é claro: QUE GOSTO TEM. Nas manhãs das últimas duas semanas nós tomamos gim, rum, vodka, tequila, brandy, cognac, absinto, lícor, cerveja, whisky, vinho…

Assim como o Nego, vamos sentir saudades de estudar durante as férias.